* Eu uso igoogle Casa de chá. A raposa agora está olhando o céu com um telescópio. :}
* Heroes é muito bom. Queria ter o poder de regeneração rápida - damn legs. A personalidade alternativa violenta eu já possuo, não preciso.
* O Leonardo (seleção) continua muito bonitinho... Nham!
* Ah, preciso de um lugar pra guardar os gibis de Heroes:
1- http://www.filefactory.com/file/7f1b1a/
2- http://www.filefactory.com/file/c256ab/
3- http://www.filefactory.com/file/fb3fa7/
4- http://www.filefactory.com/file/700219/
5- http://www.filefactory.com/file/2514c1/
* Hmmm, chocolate quente.
terça-feira, 8 de maio de 2007
Observações
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Depois de uma noite...
"It is, as the holy Fathers have abundantly illustrated, the numerous advantages for advancement in spiritual life which derive from a complete renouncement of all sexual pleasure. It is not to be thought that such pleasure, when it arises from lawful marriage, is reprehensible in itself; on the contrary, the chaste use of marriage is ennobled and sanctified by a special sacrament, as the Fathers themselves have clearly remarked."
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perfection
sábado, 5 de maio de 2007
Stupidity - II
"Existem três tipos de mulheres: as que eu pego, as que eu pego fácil e as que eu pego bêbado."
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Coachella sucks balls hard... NOT
Eu escuto "Tropicana" do Ratatat e aparece Alceu Valença no plugin de letras do Terra. Deve ter sido essa maldita música que iniciou aquela palhaçada daquelas respostinhas da platéia aos cantores em shows. "Quando eu disser que aiai vc diz que é oioi quando eu dizer que é oioi vc diz que é aiai". Ew.
Uma das cenas mais bonitas do mundo é a Marilyn atendendo o telefone em "How to Marry a Millionaire". Dobra as pernas, toda relaxada, like just don't care, e fica linda, uma pintura. :~ Tava vendo agora. :~~~
O problema de estar toda nojenta nas pernas é não poder usar peep toes. Sim, por enquanto é o único problema, sou alienada com orgulho. E o problema em usar peep toes é ter que lembrar o quanto a Christina Aguilera ama esses sapatos e aí pensar em o quanto ela é repulsiva. Como grita, como canta se balançando. Logo me imagino voltando da APAE com meu peep toe, me balançando toda como no clipe de "Ain't no other man" e gritando MAMÃÃÃÃÃÃÃÃE, ME PEGÃÃÃÃ. Deprimente.
Uma das cenas mais bonitas do mundo é a Marilyn atendendo o telefone em "How to Marry a Millionaire". Dobra as pernas, toda relaxada, like just don't care, e fica linda, uma pintura. :~ Tava vendo agora. :~~~
O problema de estar toda nojenta nas pernas é não poder usar peep toes. Sim, por enquanto é o único problema, sou alienada com orgulho. E o problema em usar peep toes é ter que lembrar o quanto a Christina Aguilera ama esses sapatos e aí pensar em o quanto ela é repulsiva. Como grita, como canta se balançando. Logo me imagino voltando da APAE com meu peep toe, me balançando toda como no clipe de "Ain't no other man" e gritando MAMÃÃÃÃÃÃÃÃE, ME PEGÃÃÃÃ. Deprimente.
Nada a ver:
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Kill, kill, kill
"Archimedes, a Greek mathematician, was said to have have been doing a math problem in the sand of his town, Syracuse, Sicily, when an army invaded. A soldier interrupted Archimedes who just replied, "Do not disturb my circles". The soldier then killed him."
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Eu também mordo a língua e etc.
Momentos de fraqueza na vida qualquer um os poderá ter, e se hoje passámos sem eles, tenhamo-los por certos amanhã. Assim como por detrás da brônzea couraça de aquiles se viu que pulsava um coração sentimental, bastará que retornemos a dor de cotovelo padecida pelo herói durante dez anos depois que agamémnon lhe tivesse roubado a sua bem-amada, a cativa briseida, e logo aquela terrível cólera que o fez voltar à guerra gritando em voz estentória contra os troianos quando o seu amigo pátroclo foi morto por heitor, também na mais impenetrável de todas as armaduras até hoje forjadas e com promessa de que assim irá continuar até a definitiva consumação dos séculos, ao esqueleto da morte nos referimos, há sempre a possibilidade de que um dia venha a insinuar-se na sua medonha carcaça, assim como não quer a cousa, um suave acorde de violoncelo, um ingénuo trilo de piano, ou apenas que a visão de um caderno de música aberto sobre uma cadeira te faça lembrar aquilo em que te recusas a pensar, que não havias vivido e que, faças o que fizeres, não poderás viver nunca, salvo se.
Saramago. Ui.
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