Um dos problemas do cinema brasileiro é que tudo acaba em tensão sexual. Menininha de pernas abertas num quintal escuro se esfrega num cara mais velho, mulher e homem se despem no meio de todo mundo, se atracam e ficam mexendo os quadris, close nos quadris, close nos peitos, close no homem chupando os peitos. Daí passam o filme inteiro batendo nessa tecla. E chamam de amor. Tesão 7/11 não é um lado bonito do amor, nem chega perto. Na verdade, passa longe.
Pervertidos acham bonito qualquer tipo de sexo no cinema, a indústria de pornô sabe bem disso. Mais e mais gente tem bebido xixi em vídeo, alisado labradores, comido a Rita Cadillac... essas coisas nojentas. Até acho que se pode tirar algo aproveitável do bizarro. ALGO aproveitável, eu disse. Não quero é ser testemunha de toda a merda do mundo condensada em uma hora de filme estrelado pelo Paulo José ou o Carlos Eduardo Dolabella. Forward.
Pervertidos acham bonito qualquer tipo de sexo no cinema, a indústria de pornô sabe bem disso. Mais e mais gente tem bebido xixi em vídeo, alisado labradores, comido a Rita Cadillac... essas coisas nojentas. Até acho que se pode tirar algo aproveitável do bizarro. ALGO aproveitável, eu disse. Não quero é ser testemunha de toda a merda do mundo condensada em uma hora de filme estrelado pelo Paulo José ou o Carlos Eduardo Dolabella. Forward.
2 comentários:
CARLOS EDUARDO DFAGKÇLASJFDGDFALKÇGJSDAFGLAKÇFSGA
O problema é que, quando deviam mostrar os peitos (Irreversível), os diretores acham que ia ficar vulgar. :(
Os diretores deveriam seguir a orientação de alguém que entendesse um pouco mais de cinema na hora de fazer essas cenas.
Não mostram peitos, mas fazem pintos virtuais. Oh, dear!
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